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terça-feira, 27 de julho de 2010

Chico Bento!



"Se você quer a lua, eu vou buscar!" - Capítulo 2





























Poema de Mário Quintana.


Amor


Amar:

Fechei os olhos para não te ver
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...

O amor é quando a gente mora um no outro.


Mario Quintena.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

"Dar ouvidos à preconceitos é renunciar à liberdade. "
( Frei Anselmo )

"O preconceito é o filho da ignorância. "
( William Hazlitt )

"O preconceito é um fardo que confunde o passado, ameaça o futuro e torna o presente inacessível."
( Maya Angelou )

"Pensar é o que muita gente acha que está fazendo, quando está apenas rearrumando seus preconceitos."
( William James )

... Preconceito...


O preconceito pode ser motivado pelo medo. Falta a coragem de ir conhecer um terreiro candomblé, de visitar doente com aids. O medoda lepra tem uma história milenar.

Em 1953, num festival internacional de folclore, em Nice na França, o papa Pio XII advertiu os presentes quanto ao perturbado conceito do folclore considerado por muitos mera sobrevivência dos tempos passados, “digna sem dúvida de ser posta em evidência em ocasiões excepcionais, mas sem grande interesse para a vida de hoje. (...) O fato de esta ideia se encontrar bastante espalhada denuncia uma das mais lamentáveis conseqüência do século presente”.[1]

A ciência teológica ainda não dispõe de uma linguagem conceito capaz de abordar, com segurança e sem preconceito, assuntos como: os antepassados e as almas, as simpatias, o transe, a adivinhação, a tradição oral, a revelação divina nas matas ou nas águas, a folia, a dança ritual, as promessas e os ex-votos, a experiência religiosa do negro e do índio, a lavagem do Bonfim.


É um erro achar que a religiosidade, o folclore e toda a cultura popular não devem mudar e que precisam ser protegidas e conservadas em seu estado original e puro. Pensando bem, a cultura do pobre é sua vida. A cultura e a religiosidade popular são dinâmicas e mudam constantemente. O protagonista da mudança é o próprio povo livre, consciente e resistente.


Alguns preconceitos étnicos: “Todocigano é ladrão.” "O judeué perverso": v. Anti-semitismo. "Os índios emgeral são improdutivos epreguiçosos"; "Todo negroé adepto de feitiçaria".Outros preconceitos: amulher no volante e o velhovagaroso sãoridicularizados e acabam excluídos. Há patrões quedefendem: "A todo operáriofalta a inteligência”. O pobreque "nada tem" (nãocontribui financeiramente,não compra, não pagaimposto) e "nada sabe", é marginalizado nasociedade. Não vendo asua participação valorizada, ausenta-se. Em seguida, ospobres são acusados deapatia, preguiça, ingenuidade e de fuga nasfestas. Finalmentelembramos aqui os preconceitos moralistascontra o corpo nu, contra adança, a umbigada. E opreconceito contra amagia.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Donald Malschitzky

"Obrigado, filho

Foram-se quase vinte anos e o Beto não mudou, nem a Zita. Mudaram, sim, mas às vezes nos negamos a nos ver na idade nos outros. O Beto com o mesmo sorriso expansivo e a Zita com sua forma tímida de agir me fizeram voltar a um tempo de reinício, com você recém-nascido. Mais ainda quando me falaram de foto sua que têm guardada.

No mesmo quarto, sua mãe, a mãe do Júnior e vocês dois. Coincidência: duas vizinhas de frente acabaram por compartilhar uma experiência única na vida: dar a luz. Sobrava amor e faltava experiência.

Em casa, você revelou a vocação que perdura hoje: comer bem. Como pode? Eram horas e você ainda estava com fome. Deus o crie. E criou, tanto que agora voltou a fazer a mesma coisa: comer, comer.

Um elo foi formado entre sua mãe e a mãe do Júnior e volta e meia vocês dois estavam lá. O Júnior adoeceu e foram dias de uma tristeza meio conformada, meio revoltada. Aí ele foi embora e aconteceu algo que você não se lembra e eu não lembrava: vocês visitavam a Zita e o Beto e sua presença levava um brilho de vida e diminuía a dor deles. Não era, e não havia a mínima intenção de que o fosse, uma tentativa de substituição, apenas cumplicidade na hora da dor; cumplicidade da presença, consolo da solidariedade de seus sorrisos – falando nisso, você sorria bem mais naquela época – e, mesmo, de seus raríssimos choros. E por isso guardam fotografia sua e, depois de tanto tempo (quase o tempo de sua vida), sua presença ainda ecoa, de certa forma, na casa deles.

Só como curiosidade: exatamente um ano depois do nascimento do Júnior, tiveram outro filho e, depois outro que lhes deu uma neta, mas isso pode esperar um pouco,no seu caso, certo?

Somos levados a não valorizar os gestos simples, repletos de silêncio e humildade; preferimos os holofotes do heroísmo, mesmo que artificial ou hipócrita. Por isso, obrigado, filho, pela lembrança feliz e amorosa de pessoas que precisaram de sua presença reconfortante quando você ainda não tinha consciência do bem que fazia, e puderam contar com a força de sua inocência e de sua fragilidade."

Respostas:

1) Eu analisei a crônica "Obrigado, filho" cujo autor Donald Malschitzky, tratou de um assunto do cotidiano, narra um pequeno trecho da vida de seu filho. Acrescentou também a crônica, dois personagens, Beto e Zita, utilizou de tempo e lugares; ou seja, utilizou os elementos básicos da narrativa.
2) Desde o inicio da crônica o autor utilizou a primeira pessoa( quando o cronista narra os fatos transmitindo a impressão de que raramente viveu a situação).
3) O titulo e o desfecho são muito interessantes, pois, quando lemos o titulo, da impressão que a crônica retrata algo familiar, de pai para filho e é isso que acontece.
4) Acredito que sim, pois o autor conta algo que aconteceu com ele e seu filho.
5) Sim, o autor nos leva a refletir sobre sua opinião nesse trecho;
Somos levados a não valorizar os gestos simples, repletos de silêncio e humildade; preferimos os holofotes do heroísmo, mesmo que artificial ou hipócrita.
6) Nenhuma.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Outros trabalho de português sobra o PRECONCEITO!






Outros trabalho de português sobre o PRECONCEITO!

' Campanha do DNP = Diga não ao preconceito



Gostei muito de realizar esse trabalho com a minha Best!
O trabalho nos trouxe muita correria, cansaço, mas junto com tudo isso, nos trouxe a alegria de ver um bom trabalho concluído.

quinta-feira, 1 de julho de 2010



Dicas da aluna Daiane Priscila Bachtold Alves - 9º A

Dicas da aluna Daiane Priscila Bachtold Alves - 9º A

VINTE COISAS QUE EU VOU CONSEGUIR FAZER MELHOR:

1) Vou estudar!
2) Limpar a casa todos os dias!
3) Fazer um bom curso!
4) Ser paciente!
5) Parar de "mexer" com os outros!
6) Não ficar toda hora na janela!
7) Sair só quando for necessário!
8) Parar de sair à noite!
9) Não pensar demais na pessoa amada!
10)Ser gentil com todos!
11)Ser amiga (ou "ficar") somente depois de conhecer bem as pessoas!
12)Parar de fazer telefonemas desnecessários!
13)Não fornecer o meu número telefônico sem conhecer as pessoas!
14)Fazer as coisas sem reclamar!
15)Não ter preguiça e não reclamar das tarefas!
16)Saber a hora ideal para tudo e ter paciência!
17)Superar tudo que é difícil!
18)Tirar notas boas!
19)Buscar o conhecimento!
20)Continuar estudando bastante!

Colaboração: Daiane Priscila B. Alves - 9º ano A